• Triunfo Hoje

Janeiro Roxo é o mês de conscientização sobre a hanseníase


A Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH) está enviando para todo o Brasil uma carta alertando e convidando empresas, organizações, associações, sindicatos, educadores, escolas em geral, autoridades, veículos de comunicação e outros públicos a aderirem à campanha Janeiro Roxo – mês de conscientização sobre a hanseníase. Em 2016, o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro e consolidou a cor roxa para campanhas educativas sobre a doença.


A hanseníase coloca o Brasil em segundo lugar em número de casos, atrás apenas da Índia. A SBH pede esforço nacional dos formadores de opinião para que divulguem a campanha e informações sobre a doença, além de adotarem o laço roxo como sinal de alerta contra a doença.


Como participar da campanha?

A SBH disponibiliza seu Departamento de Marketing para auxiliar na viabilização de ações educativas para a campanha Janeiro Roxo 2018. Quem quiser participar só contatar a Texto & Cia Comunicação: (16) 3234.1110 ou 3916.2840.


Exemplos de ações:

-adotar o laço roxo em seus canais de comunicação (site, rede social, jornal mural, boletim) -compartilhar o post da campanha (é possível personalizar com a logomarca da empresa) -compartilhar o banner de Facebook (é possível personalizar com a logomarca da empresa) -enviar um boletim virtual para os seus colabores e contatos de e-mail alertando sobre a hanseníase (é possível personalizar com a logomarca da empresa) -iluminar a fachada da empresa


SAIBA MAIS SOBRE A HANSENÍASE


O que é hanseníase?

É uma doença infecciosa e contagiosa, que causa manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na pele. A pele também pode ter alteração da sensibilidade e o paciente não sente (ou tem sensibilidade diminuída) calor, frio, dor e mesmo o toque. É comum ter sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades (pés, mãos) e em algumas áreas pode haver diminuição do suor e de pelos. Atenção: o paciente pode ter dificuldades para segurar objetos, pode queimar-se e não sentir ou, por exemplo, perder os chinelos sem perceber. A doença pode provocar o surgimento de caroços e placas em qualquer local do corpo e diminuição da força muscular.


De onde vem a doença?

A hanseníase não é hereditária. É causada pelo bacilo Mycobacterium leprae e sua transmissão acontece de pessoas doentes sem tratamento para pessoas saudáveis, pelas vias aéreas superiores (tosse, espirro, fala).


Como é feito o diagnóstico da hanseníase?

O diagnóstico precisa ser feito o quanto antes. A doença pode ser diagnosticada em uma consulta médica em consultório ou ambulatório. O médico analisa lesões na pele com manchas (partes da pele podem não ter sensibilidade) e alterações neurológicas específicas (dormências e formigamentos). O serviço público de saúde em todo o Brasil oferece gratuitamente o tratamento. Importante: todas as pessoas que convivem ou conviveram com o paciente de hanseníase devem ser examinadas.


Hanseníase tem cura?

Sim, a hanseníase tem cura. Quanto mais cedo o tratamento, menores são as agressões aos nervos e é possível evitar complicações. O paciente que inicia o tratamento não transmite a doença a familiares, amigos, colegas de trabalho ou escola.


Como são feitos os exames?

Em muitos casos, os médicos dos serviços públicos de saúde especializados em hanseníase podem diagnosticar a doença apenas no exame clínico. Pacientes de hanseníase fazem exame dermatológico e exame neurológico.


Como é o tratamento?

O tratamento da hanseníase é simples. Em qualquer estágio da doença, o paciente recebe gratuitamente os medicamentos para ingestão via oral – os medicamentos destroem os bacilos. O tratamento leva de 6 meses a 1 ano. Se seguir o tratamento cuidadosamente, o paciente recebe alta por cura.






Fonte: SBH



#hanseníase #janeiro #roxo #campanha

© 2020 TRIUNFO HOJE