Proposta de reajuste salarial de PMs e bombeiros chega à Assembleia Legislativa de PE

07.02.2017

O projeto do Governo de Pernambuco de reajuste salarial para os policiais e bombeiros militares, divulgado na sexta-feira (3), chegou à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) na noite desta segunda-feira (6). A proposta, que sugere entre 25% e 40% de aumento para os profissionais, vai passar por, pelo menos, três comissões até chegar à votação no plenário da casa. Os detalhes serão publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) da terça (7).


De acordo com a Alepe, o projeto deve passar pela avaliação das comissões de Constituição, Legislação e Justiça; Administração Pública e Finanças e Tributação. Há, ainda, a possibilidade de outras comissões avaliarem a proposta. O relator de cada comissão tem o prazo de uma semana para emitir o seu parecer.

 

No plenário, os 49 deputados estaduais devem participar da votação. Para ser aprovado, o projeto precisa de, pelo menos, 25 votos.

 

Entenda a proposta

Depois de muitas reivindicações dos policiais e bombeiros militares, a proposta de reajuste salarial divulgada pelo governo do estado contempla desde os soldados até os coronéis, além de oferecer 300 novas vagas para subtenentes. As correções salariais devem ser feitas em maio de 2017 e nos meses de abril e dezembro de 2018.

 

Negociados pelos comandos, os percentuais não atenderam às reivindicações da classe. Segundo o presidente da Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco, Albérisson Carlos, os valores não foram negociados diretamente com a categoria, apesar de o governo informar que os percentuais foram definidos após 17 rodadas de negociação com os comandos.

 

No início do mês de janeiro, os comandantes da PM e dos bombeiros iniciaram uma série de reuniões com o Governo de Pernambuco para definir o reajuste dos profissionais das duas categorias. Os encontros foram realizados após manifestações feitas pelo efetivo e pelas famílias dos profissionais. Além do aumento, melhores condições de trabalho e renovação dos equipamentos também estavam na pauta de reivindicações.  Com informações do G1.

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