Metade da população mundial não tem acesso a serviços essenciais de saúde

13.12.2017

De acordo com dados do relatório do Banco Mundial e da Organização Mundial de Saúde divulgado nesta quarta-feira (13) em conferência em Tóquio, no Japão, pelo menos metade da população mundial não tem acesso a serviços essenciais de saúde e as que têm gastam grande parte do orçamento com despesas médicas.

 

Conforme o documento, 800 milhões de pessoas no mundo gastam 10% do que ganham com saúde e quase 100 milhões são obrigadas a viver com menos de US$ 1,90 por dia por conta desses gastos.

 

Essas informações também foram divulgadas simultaneamente no ‘Lancet Global Health’ e publicados um dia após o Dia da Cobertura Universal de Saúde, comemorado no dia 12 de dezembro.

 

A divulgação do relatório vai na esteira de um dos objetivos da Organização Mundial de Saúde: o de estimular o investimento de países no acesso universal a serviços de saúde. Segundo a entidade, todos seus países membros se comprometeram a tentar oferecer o acesso expandido à saúde até 2030.

 

Infelizmente não são todos os países no mundo que oferecem acesso universal à saúde: quando todos os cidadãos têm acesso gratuito e completo a serviços de médicos. O Brasil, com o SUS, oferece acesso universal. Países como Holanda, Reino Unido e Canadá também oferecem. Nos Estados Unidos e na África do Sul, por exemplo, não há acesso universal.

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